O Blog permanecera fechado durante o periodo do recesso.
Curtam as ferias e esqueçam de estudos, shaushuah
Até dia 18 de Julho...
Ênio Saldanha Santos Prado
Utilizem como quiser, só num vale esculhambar...
...pensando em vc, resolvi fazer esse blog para ajuda-los nos estudos, com alguns resumos, exercícios e sites indicados...
terça-feira, 28 de junho de 2011
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Sobre as outras duas provas (biologia e química)
Não vou fazer o resumo de química, porque não sei como resumi, o assunto já tá pequeno e ainda é muito fácil.
Biologia eu não vou resumir porque perdi o dia resumindo o modulo errado (o 22 e era o 21), mais o Mateus talvez faça amanha e mim envie, se ele fizer eu posto!
XD
Biologia eu não vou resumir porque perdi o dia resumindo o modulo errado (o 22 e era o 21), mais o Mateus talvez faça amanha e mim envie, se ele fizer eu posto!
XD
Prova Mensal de História - 2º Bimestre (2011)
O mundo a caminho da Segunda Guerra Mundial – Mod 13
A ratificação do Tratado de Versalhes, realizada em Locarno, manteve o território alemão dividido pelo Corredor Polonês, sem colônias, indenização vultosa. A Itália, embora vencedora, não ficou satisfeita com a nova configuração de seus territórios e com a perda de suas colônias.
A Liga das Nações buscava manter o precário equilíbrio das relações internacionais nos anos 1920, apesar dos descontentamentos dos perdedores. A Liga foi criada para medir diferentes interesses e assegurar uma paz duradoura depois da terrível experiência de guerra.
A crise de 29 contribuiu para aumentar as tensões e os ressentimentos herdados da Primeira Guerra. Deflagradas nos Estados Unidos, a crise e a depressão que se seguiu atingiram os países do Ocidente, estreitamente ligados pelas relações econômicas capitalistas e pela política internacional. As pressões político-econômicas levaram ao poder regimes autoritários e totalitários.
O desemprego acentuou as incertezas e manifestou-se no aumento da criminalidade e na formação de guetos geográficos, culturais e raciais. Greves, protestos e manifestações de rua ameaçavam a manutenção dos governos na Alemanha e em outros países. Foi nesse contexto que o Partido Nazista ocupou cadeiras no Parlamento e o presidente Paul von Hindenburg nomeou Adolf Hitler chanceler.
O governo de Hitler afirmava que os problemas alemães eram conseqüência do Tratado de Versalhes e de uma conspiração internacional de financistas judeus.
Para minimizar o problema do desemprego, Hitler iniciou a construção de grandes obras publicas e incentivou a instalação de fábricas de armas, equipamentos militares e bens duráveis. Antes de tudo era necessário recuperar regiões antes pertencentes à Alemanha, ricas em matérias-primas valiosas para o pleno desenvolvimento industrial do Terceiro Reich, o terceiro império alemão (o primeiro fora o Sacro Império Romano-Germânico, na Idade Média; e o segundo, o Império de 1870). Hitler cobiçava o petróleo da Romênia e do Cáucaso, o carvão e o ferro da Sibéria e o trigo da Ucrânia.
O país deveria prepara-se para promover uma política expansionista e militarista que recuperasse o que fora perdido na Primeira Guerra. Hitler estabeleceu então o serviço militar obrigatório em 1935, iniciou o rearmamento e fortaleceu a marinha e o exército.
Depois da Primeira Guerra, os japoneses mantiveram uma posição comercial importante no Pacífico. No entanto, o fechamento de muitos mercados como consequência da crise de 1929 fez com que as teses imperialistas dos militares vencessem, e, em 1931, buscando ampliar sua zona de influencia, o Japão ocupou a Manchúria setentrional, na China. A expansão Japonesa baseava-se na busca de autossuficiência econômica, segurança militar e liderança na Ásia oriental.
Em 1935, Adolf Hitler declarava que as dividas de guerra já haviam sido pagas. Em 1936, sem disparar um só tiro, Hitler retomou a Renânia, região que fora desmilitarizada pelo Tratado de Versalhes e ocupada pelos franceses como pagamento de indenização de guerra.
A “benevolência” da Liga das Nações foi muitas vezes justificada com o argumento de que, desse modo, se evitaria um confronto direto com os nazistas.
O avanço do fascismo fortaleceu-se em novembro de 1936 com a assinatura do Pacto Anti-Komintern entre a Alemanha e o Japão. O acordo pretendia destruir a URSS e combater o comunismo internacional. No ano seguinte Mussolini aderiu ao pacto, selando o compromisso bélico entre os três países chamado eixo Berlim-Roma-Tóquio.
Em 1938, os alemães invadiram e anexaram o território da Áustria, sem nenhuma resistência armada. A anexação, conhecida como Anschluss, teve como justificativa a unidade dos povos germânicos. A Liga das Nações não se manifestou diante do fato.
A anexação da Áustria acirrou o nacionalismo das populações de ascendência germânica que habitavam os Sudetos, na Tchecoslováquia, e reivindicaram o direito à nacionalidade alemã.
O encontro, denominado Conferência de Munique (Grã-Bretanha, França, Alemanha e Itália), levou a uma solução de compromisso. A Alemanha obteve o direito de anexar algumas regiões da Tchecoslováquia e Hitler assinou um documento no qual se comprometia, a partir daquela data, a resolver todas as questões de interesses internacionais mediante consulta.
O desrespeito alemão ao acordo de Munique levou os governos britânico e francês a selar uma aliança com a Polônia pela qual se comprometiam a protegê-la de uma eventual agressão alemã. Tal compromisso incluía a Romênia e a Grécia.
As garantias dadas à Polônia deixaram os soviéticos numa posição delicada. Stalin chegou a acreditar que poderiam significar um primeiro passo para uma invasão anglo-francesa à URSS.
O Pacto Germano-Soviético estabelecia que, se a Grã-Bretanha e a França decretassem guerra à Alemanha após um eventual ataque alemão à Polônia, os soviéticos deveriam manter-se afastados do conflito. Outra cláusula dividia o território polonês em duas zonas de influência, a alemã e a soviética.
Em 1º de setembro de 1939, Hitler divulgou que as operações militares para a invasão da Polônia haviam sido iniciadas. A Grã-Bretanha e a França ainda tentaram enviar uma advertência à Alemanha com o intuito de impedir a agressão. Como não houve resposta, em 3 de setembro as duas potencias declaram guerra ao Terceiro Reich, iniciando a Segunda Guerra Mundial.
A Segunda Guerra Mundial: uma guerra total – Mod 13
Blitzkrieg, ou guerra-relâmpago, tratava-se de ataques rápidos, com tanques blindados, que aniquilavam a defesa adversária e cortavam as linhas de comunicação, e com aviões, que bombardeavam pontos estratégicos durante as batalhas.
O marechal Pétain, herói da Primeira Guerra, assumiu o governo francês e assinou o armistício com os nazistas. Pelo acordo assinado, estabeleceu-se que o norte e a costa atlântica do território francês, o que incluía Paris, ficariam sob domínio alemão, e o restante do território sob direção de Pétain, que organizou um governo autoritário, com características fascistas e que colaborou com a administração da ocupação nazista. Esse governo tinha sede na cidade de Vichy, e por isso ficou conhecido como França de Vichy.
Seguros da vitoria e precisando de petróleo, os alemães invadiram a URSS em junho de 1941. Por essa época, Bulgária, Iugoslávia, Albânia, Grécia, Romênia e Hungria já estavam sob domínio nazista.
Meses depois, em 7 de dezembro, o Japão lançou um ataque aéreo à base militar norte-americana de Pearl Harbor, no Havaí, afundando ou tirando de combate boa parte da frota dos Estados Unidos no Pacífico.
Em 1942, a guerra pendeu a favor dos Aliados: em mar, os norte-americanos impuseram derrotas aos japoneses nas batalhas do mar de Coral e de Midway; em terrra os soviéticos resistiram ao avanço alemão em Stalingrado.
Ainda em 1943, durante a Conferência de Teerã, o líder da URSS Joseph Stalin, o primeiro-ministro britânico Winston Churchill e o presidente norte-americano Roosevelt ajustaram sua estratégia para derrotar a Alemanha. Nesse encontro, confirmou-se o desembarque das tropas Aliadas na Normandia (noroeste da França) para 6 de junho de 1944. A data ficaria conhecida como o Dia D. Enquanto os Aliados libertavam Paris e o norte da França do jugo nazista, o exercito vermelho, no extremo oposto da Europa, libertava a Romênia, a Bulgária e a Iugoslávia.
Em 1945 assistiu-se a uma “corrida” a Berlim. A cidade foi disputada pelo exército soviético, a leste, e pelos exércitos norte-americanos e britânicos, a oeste. O Führer suicidou-se, e a Alemanha, esgotada, rendeu-se em maio desse mesmo ano.
No Oriente, a guerra ainda se estendeu por mais dois meses, diante dessa perspectiva, os Estados Unidos lançaram mão de um novo tipo de arma: a bomba atômica. O primeiro ataque nuclear foi contra a cidade de Hiroshima, em 6 de agosto de 1945. O segundo, três dias depois, tinha como alvo a cidade de Nagasaki. A rendição do Japão foi assinada em 2 de setembro de 1945, e a ocupação do país por tropas aliadas estendeu-se até 1956.
Do ponto de vista estritamente econômico, pode-se dizer que a guerra foi também uma saída para a crise. O esforço da guerra dinamizou a economia, o Estado passou a desempenhar um papel importante como gestor e grande consumidor.
A industria absorveu a força de trabalho das mulheres, e enquanto os cidadãos produtivos do sexo masculino eram engajados nas forças armadas, elas eram contratadas para trabalhar em todos os setores, inclusive na produção de armas.
No fim da guerra, a Europa estava em ruínas. Algumas cidades, como Stalingrado e Kiev, na União Soviética; Berlim, na Alemanha; Londres, na Inglaterra; e Varsóvia, na Polônia, foram completamente destruídas pelos bombardeios.
No entanto, a União Soviética saiu fortalecida do confronto, pois sua participação foi decisiva na vitoria da guerra. A demonstração de sua força militar favoreceu, no pós-guerra, a expansão de sua influencia no leste europeu e, por conseguinte, do socialismo. Já os Estados Unidos se consolidaram na frente do bloco capitalista e assumiram a reconstrução da Europa ocidental, ampliando sua influencia na região.
Ao longo e sobretudo ao final da guerra, os líderes dos diferentes países envolvidos promoveram varias conferencias. Em fevereiro de 1945, realizou-se a Conferencia de Yalta. Nessa cidade da Crimeia, os lideres aliados discutiram a criação da ONU. Também confirmaram algumas decisões da Conferencia de Teerã referente ao estabelecimento das zonas de influencias norte-americana e soviética. Por esse acordo, coube à União Soviética o predomínio sobre a Europa oriental e parte da Alemanha. Além disso, os soviéticos podiam intervir na guerra contra o Japão e participar do projeto de divisão da Coreia em duas áreas de influências.
Em junho de 1945, a Carta das Nações Unidas foi assinada por 50 países (excluindo os integrantes do eixo), em San Francisco.
Na Conferência de Potsdam, em agosto de 1945, estiveram presentes Stalin, o primeiro-ministro britânico Clement Attlee, sucessor de Churchill, e Harry Truman, então presidente dos Estados Unidos. O encontro realizou-se no castelo de Potsdam, nos arredores de Berlim. Os líderes aliados decidiram que o território alemão e a cidade de Berlim seriam divididos em quatro zonas, que ficariam sob administração francesa, britânica, norte-americana e soviética. A Alemanha deveria pagar aos Aliados uma indenização de 20 bilhões de dólares, além de devolver o porto de Dantzig à Polônia.
Proclamações em favor da paz e do entendimento, como as que acompanharam a fundação da ONU, não tinham como superar as divergências ideológicas entre os Estados Unidos e a Grã-Bretanha, de um lado, e a União Soviética, de outro. Formaram-se, desse modo, duas grandes áreas de influencia em escala planetária: a capitalista e a socialista, sob a hegemonia, respectivamente, dos EUA e da URSS.
A propaganda, em suas mais variadas formas, teve uma função significativa: produziu e difundiu imagens dos países envolvidos, aliados e adversários, seus valores e expectativas.
Sobre a Guerra Fria eu posto amanha, sahsauhusa
tou com sono, muita coisa pra copiar e vou dormir...
quarta-feira, 18 de maio de 2011
"NÃO VOU POSTAR NADA PARA ESSAS PROVAS (SÁBADO - 21/05/11)!"
PQ!?
-> não tem nada de física pra resumir, só responder exercícios, é a unica forma de estudar física que conheço;
-> português eu não sei como resumir, principalmente conjugação de verbos, sem contar que vou mal em português XD;
-> e espanhol, bem. eu nem sei o assunto, shuashuashuashua;
-> tenho q estudar se não vou mim ferrar em portugues e espanhol, então não vou ter tempo de postar;
-> o blog NÃO acabou! ainda ta começando, as provas da semana que vem, terão resumos decentes(bons), pq vou ter tempo pra fazer(espero) e os assuntos são melhores pra explicar(tão faceis, shuashuashua).
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Prova Mensal de Geografia - 2º Bimestre (2011)
O continente asiático – mod 13, cap 1
Na Ásia, as diferenças de estilo de vida são tão extremas quanto as existentes na paisagem natural. Durante as três ultimas décadas, a economia da Ásia tem se destacado como o motor que impulsiona a prosperidade mundial a partir das altas taxas de crescimento da China, Índia e dos chamados Tigres Asiáticos (Coreia do Sul, Taiwan, Cingapura e Hong Kong)
Do ponto de vista geográfico, considera-se atualmente que a Ásia faz parte da Eurásia, uma enorme massa territorial que inclui a Europa, sua divisão em unidades menores, por sua vez portadoras de maior unidade interna: o Oriente Médio, a Ásia central, o subcontinente indiano, o extremo Oriente e o sudeste asiático. Parte do território da Federação Russa está na Ásia.
A Ásia caracteriza-se pela intensa presença de cadeias montanhosas espalhadas por todo o território. O maciço da Arábia é delimitado pela cordilheira do Hijaz, com uma altitude média de 2.135 metros. No sul, situa-se as montanhas de Omã, no norte, a planície do Iraque, que inclui a fértil região da Mesopotâmia. Na península Arábica, apresenta três grandes desertos: o Rub Al-Khali, o maior do mundo, o Nafud, equivalente a um quinto do Rub Al-Khali, e o de areias vermelhas chamado Dahna. Grande parte da Turquia apresenta o planalto da Anatólia, já no território iraniano, ergue-se a cordilheira de Zagros, a maior cadeia montanhosa do Oriente Médio, com altitudes entre 3 mil e 4.3 mil metros. No Irã, Afeganistão e no Paquistão, destaca-se a Hindu Kush – famosas cavernas que abrigaram os terroristas liderados por Osama Bin Laden.
Há também o destaque do Himalaia, a cordilheira mais elevada do mundo, com seus 15 picos de mais de 7 mil metros, entre os quais o Everest, com 8.844 metros.
O território chinês é dividido em norte e sul pelas cadeias montanhosas de Kunlun e Chin Ling.
Quase todas as ilhas asiáticas são de origens vulcânicas, constituindo o chamado arco de fogo do Pacífico (região de intensa atividade sísmica).
Na parte asiática da Federação Russa, destacam-se as planícies da Sibéria, perto dos montes Urais (marco de divisão entre Europa e Ásia).
Grande parte dos rios asiáticos nasce no Himalaia. Destacam-se:
· Na China: Yangtse e Huang-ho;
· No subcontinente indiano: Bramaputra e o Ganges, que se juntam em sua parte final, e o Indo e o Narmada;
· Na Indochina: o rio Mekon;
· No Oriente Médio: os rios Tigre e Eufrates, formam o maior sistema fluvial, conta com outros três que desempenham grande papel político e econômico na região, o Jordão, o Litani e o Orontes;
· Federação Russa (parte asiática): Ob, Ienissei e Lena.
As políticas de planejamento familiar resultaram numa mudança radical nas tendências de crescimento populacional na Ásia. Entre 1950 e 2000, a taxa de fertilidade caiu, enquanto a expectativa de vida subiu. Na segunda metade do século XX, a parcela de asiáticos que viviam em cidades aumentou cinco vezes, formando as megacidades. A rápida urbanização do continente se deve a continua migração de famílias de trabalhadores do campo, conseqüência direta da mecanização da agricultura, que acarreta desemprego da mão-de-obra rural, e da expansão da oferta de trabalho na indústria e nos serviços, segmentos da economia concentrados em cidades.
Oriente Médio – mod 13, cap 2
O Oriente Médio é uma região do continente asiático que compreende o Irã, a Turquia, a ilha de Chipre, os países do chamado Crescente Fértil (Síria, Líbano, Israel, Jordânia e Iraque) e os da península Arábia (Arábia Saudita, Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Catar, Barein, Omã e Iêmen).
A maior parte de suas terras foi governada por muito tempo pelo Império Otomano (ou Turco).
O Islamismo é a religião predominante, com exceção de Israel, de maioria judaica, e do Líbano, país em que os cristãos constituem grande parte da população.
O Árabe é o idioma mais falado no Oriente Médio.
Depois da Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos se tornaram a potência predominante na região. O Oriente Médio atual caracteriza-se pela instabilidade política, pela fragilidade das instituições estatais e pelo predomínio de governos autoritários. No plano social, registra-se grande desigualdade na distribuição da riqueza, com enorme distância entre a renda das camadas mais ricas e a das mais pobres.
A importância geopolítica do Oriente Médio é enorme, em parte devido à sua localização como rota de passagem entre a Europa e o subcontinente indiano até a porção oriental da Ásia, mas, sobretudo porque em seu subsolo existem gigantescas reservas petrolíferas, 68% das reservas mundiais de petróleo estão situadas nessa região.
O calor e a aridez são os traços mais marcantes no clima do Oriente Médio. Mais de 60% do território do Oriente Médio é constituído por desertos, em que predomina o clima árido; outros 20%, aproximadamente, apresentam um clima semiárido, correspondente às estepes. Nos 20% restantes, o clima é mediterrâneo: quente e seco no verão, temperado e úmido no inverno.
O país mais populoso do Oriente Médio é a Turquia (75 milhões), seguido do Irã (71 milhões) e pelo Iraque (30 milhões).
A Faixa de Gaza, limitada por Israel e pela península do Sinai (Egito), apresenta uma concentração populacional especialmente elevada, de cerca de 3.600 pessoas por km². Isso se deve ao fluxo de refugiados palestinos para aquele território depois da criação do Estado de Israel.
Desde a década de 1970, as taxas de crescimento populacional da maioria dos países da região sofreram uma redução, como efeito de mudanças culturais favoráveis a famílias com menor número de membros e também devido à implementação de políticas governamentais de planejamento familiar.
A migração de trabalhadores dentro da região tem conseqüências de ordem econômica e social. A economia de diversos países está vinculada ao preço do petróleo, em face das remessas de dinheiro feitas pelos imigrantes que trabalham nos países produtores, Quando o preço sobe, os países produtores oferecem empregos, quando cai, os trabalhadores são demitidos e voltam para os seus países.
O Oriente Médio é o berço das três grandes religiões monoteístas: o judaísmo, o cristianismo e o islamismo. Em todas os fieis adotam o mesmo deus, chamado de Javé pelos judeus e de Alá pelos muçulmanos. O cristianismo e o judaísmo surgiram nas colinas entre o mar Mediterrâneo e o rio Jordão, enquanto o islamismo se originou em Meca. Os muçulmanos (islamitas) dividem-se em sunitas e xiitas.
65% do petróleo mundial são extraídos no golfo Pérsico, especialmente em seis países: Arábia Saudita, Irã, Iraque, Kuwait, Barein, Catar e Emirados Árabes Unidos. Nos países exportadores da região – chamados de petroestados – vigora uma economia rentista, modelo em que o Estado se sustenta totalmente com a renda recebida do exterior, ao contrário do que ocorre na maioria dos países, em que a maquina estatal depende da cobrança de impostos sobre bens e serviços.
O subcontinente indiano – mod 13, cap 3
Também chamado de “sul da Ásia”, é composto por sete países: Paquistão, Índia, Nepal, Butão, Bangladesh, Sri Lanka e Maldivas. Do ponto de vista socioeconômico, esses países têm em comum os altos índices de pobreza e o predomínio das atividades agrícolas.
Com a Revolução Industrial, ocorrida em meados do século XVIII, a Índia tornou-se alvo de cobiça crescente dos capitalistas britânicos, que viam o país como um mercado para os seus produtos têxteis e, ao mesmo tempo, um fornecedor de matérias-primas, em especial o algodão.
O hinduísmo, a mais antiga entre as grandes religiões do mundo, é praticada por 74% dos indianos – seguido do islamismo (12%) e do cristianismo (6%) –, e se distingue pela ausência de uma doutrina unificada. Compõe-se de uma miríade de crenças articuladas ao redor de mais de 300 divindades, e seus cultos, rituais e códigos de conduta são tão variados que muitos estudiosos hesitam em classificá-los como uma religião no sentindo tradicional do termo. As diferenças à parte são possíveis identificar um conjunto de pontos comuns: os Vedas como a fonte ultima da verdade; a crença na reencarnação e na transmigração das almas; a valorização do ascetismo, do vegetarianismo, da ioga, dos gurus e do conceito de carma.
Não deu pra terminar, porque já ta “tarde” e eu tenho que estudar, e muita coisa pra fazer, então vejam abaixo as dicas pra facilitar as coisas!
XD = Importante (como diz o Figurinha: Danger!)
Dicas XD :
è não precisa perder tempo decorando os rios, a vegetação (leia no modulo, pag9) e os relevos (leia no modulo, pag8) mais tenha uma noção se cair na prova você ira saber responder;
è não se esqueçam de ler o modulo, principalmente a parte sobre a Caxemira (achei ruim de resumi e não fiz! shuasuahsa);
è leiam sobre as religiões predominantes, na pagina 23, 24 e 25;
è leiam as paginas 43, 44, 45 e 46;
è leiam os conflitos da pagina 27 à 34 e da 46, 47 e 48;
è não se importem muito com Nepal, Butão e Sri Lanka, em outras palavras, só leiam uma vez, acho difícil cair, (as Maldivas deve cair porque ele passou o vídeo e explico em sala, pag50);
è respondam os exercícios.
Bom, ta uma meda o resumo, num tive muito tempo, mais ta aqui, o próximo vou tentar fazer melhor! =]
sábado, 14 de maio de 2011
Prova Mensal de Literatura - 2º Bimestre (2011)
Realismo – Mod 12
Do mesmo modo que a Revolução Francesa influenciou o surgimento da mentalidade romântica, a Revolução Industrial está diretamente associada ao nascimento da estética realista. Em lugar de tratar dos dramas individuais, o olhar realista focalizará a sociedade e os comportamentos coletivos.
Madame Bovary, de Gustave Flaubert, foi a primeira narrativa realista a surgir na Europa. A literatura realista visava produzir, por meio da arte, uma representação da realidade que permitisse condenar o que há de mau na sociedade. O desejo de pintar a anatomia do caráter humano se explica pela necessidade de compreender a origem de praticas e comportamentos sociais negativos.
Para fazer essa análise, os escritores realistas adotarão a razão e a objetividade como lentes através das quais observam o mundo.
No Brasil, Machado de Assis também espantou o publico após a publicação de seu romance mais ousado, Memórias póstumas de Brás Cubas. Para enfrentar esse problema, Machado de Assis estabelece desde o inicio de suas obras um dialogo constante com o leito, que ganha características definidas: ora cínico, ora sensível, reage às situações vividas pelas personagens, fica indignado com o narrador. Por trás desse jogo de cena há um objetivo: conquistar a simpatia dos leitores ao provocar, entre eles e as personagens e os narradores dos romances que escrevia, uma espécie de identidade.
O artista procura analisar a realidade que o cerca tendo a razão como seu instrumento principal. O subjetivismo é substituído por um olhar mais objetivo: o texto literário passa a oferecer descrições e informações factuais, para que o leitor possa formar uma impressão geral da dinâmica social representada em cada obra. O olhar do leitor é dirigido pelo narrador realista, sem que isso seja feito de modo declarado ou explicito, como acontecia nos romances românticos. Ao fim de um processo como esse, o leito pode se convencer de que formou, sozinho, uma imagem sobre as personagens, mas na verdade chegou às conclusões previstas pelo narrador.
Machado de Assis – Mod 13
Machado de Assis desenvolve um novo olhar para a sociedade do Segundo Império, esboçando de modo revelador e impiedoso seu retrato mais fiel.
Memórias póstumas de Brás Cubas, essa obra profetiza a construção de um Realismo diferente daquele que surgiu com Flaubert (1821-1880) e chegou ao Brasil com os romances de Eça de Queirós (1845-1900). A crítica social realizada pro Machado de Assis é inovadora, porque seus romances representam o publico burguês de modo tão realista que acabam por provocar, entre os leitores, muito mais identificação que constrangimento.
A carreira de Machado de Assis como escritor costuma ser dividida em duas partes:
A primeira mostra um autor cuja genialidade já começa a aparecer. Fazem parte dessa fase Ressurreição (1872), A mão e a luva (1874), Helena (1876) e Iaiá Garcia (1878). Essas obras apesar de marcadas por traços claramente românticos, traduzem a preocupação do escritor com a questão da ascensão social.
A segunda fase machadiana é composta por Memórias póstumas de Brás Cubas (1881), Quincas Borba (1891), Dom Casmurro (1899), Esaú e Jacó (1904) e Memorial de Aires (1908). Esses romances concentram-se na falsidade da vida depois do casamento, marcado pela traição. Uma importante característica de suas prosas realistas é manter a atenção do leitor, e não convencê-lo a se comportar dessa ou daquela maneira, como queriam os românticos.
Os principais contos de Machado são: Papéis avulsos (1882), Historias sem data (1884), Varias historias (1896) e Relíquias da casa velha (1906).
Naturalismo – Mod 13
O Naturalismo surge como um desdobramento da estética realista, voltado para a valorização da ciência como instrumento para analise e compreensão da sociedade.
A publicação em 1859 do livro A origem das espécies, do biólogo inglês Charles Darwin (1809-1882), causou espanto e revolta dos setores mais conservadores da sociedade inglesa.
Dos estudos de Darwin, duas idéias merecem atenção, porque influenciaram a definição de características da estética naturalista:
· A constatação de que o ser humano é um animal como outro qualquer;
· A crença de que a natureza promove um processo seletivo no qual sobrevivem os mais adaptados e os mais fracos são eliminados.
Entre cientistas e filósofos, as idéias de Darwin foram muito bem acolhidas e deram origem ao que se passou a chamar de “darwinismo social”.
Auguste Comte criou a filosofia positivista, que apontava o saber positivo, baseado nas leis cientificas, como superior ao teológico ou ao metafísico, muito valorizado em momentos históricos anteriores.
Hippolyte Taine era um crítico literário e, em seus trabalhos sobre a literatura inglesa, utilizou pela primeira vez o termo determinismo para explicar quais fatores deveriam ser considerados na apreciação das obras literárias de um povo. Segundo ele, o individuo era socialmente condicionado por três fatores:
· A raça da qual ele fazia parte e que lhe garantia uma determinada herança;
· O meio no qual se encontrava;
· O momento em que vivia.
Émile Zola chega a definir o Naturalismo como uma aplicação, na literatura, do método de observação e de experimentação, criando, assim, o que chama de romance experimental. Seu objetivo é claro: pretende exaltar a “evolução naturalista que empolga nosso século [o XIX], impulsiona aos poucos todas as manifestações da inteligência humana num mesmo caminho científico”
Os naturalistas deixam de lado a análise psicológica que marcou a literatura realista. Dedicam-se à análise dos fenômenos coletivos, que caracterizam melhor a tese determinista por eles defendida.
Nas obras naturalistas, vemos trabalhadores das minas de carvão, das pedreiras brasileiras, marinheiros, todos convocados a demonstrar uma mesma idéia: o ser humano é fruto do meio em que vive e das pressões que sofre.
Para evitar a difícil decisão entre produzir obras para vender – e, portanto, de acordo com as expectativas dos leitores – ou fazer uma opção radical e adotar a forma literária que mais lhes agradasse, Aluísio Azevedo tenta conciliar as duas opções e, aos poucos, “educar” o gosto do público, que está acostumado com à delicadeza romântica que jamais abria as portas dos quartos para mostrar a intimidade dos amantes, fica chocado com a sexualidade explícita dos textos naturalistas.
Além de descrever a intimidade das personagens, o romance naturalista se empenha em revelar de que maneira as pessoas, submetidas a condições sub-humanas de vida e de trabalho, acabam perdendo a própria humanidade e sendo dominadas por seus instintos animais.
O foco narrativo em terceira pessoa e as descrições são recursos que a linguagem do romance naturalista usa para sugerir um olhar racional e objetivo para a realidade.
Naturalistas Brasileiros – Mod 14
O principal foi Aluísio Azevedo, que deu início ao movimento quando publicou, em 1881, o romance O mulato.
Aluísio Azevedo sabia que uma boa propaganda e uma pitada de mistério eram o segredo para despertar a curiosidade do fiel público dos romances românticos. Por isso, pouco antes do lançamento de O mulato, promoveu uma inteligente e inusitada “campanha publicitária” no jornal A Pacotilha.
Em sua obra, destacam-se dois romances: Casa de pensão (1884) e O cortiço (1890). Com eles, Aluísio consagrou-se “o primeiro romancista de massas” da literatura brasileira.
Para escrever Casa de pensão, Aluísio inspirou-se em um fato verídico: a “Questão Capistrano”, crime que sensibilizou o Rio de Janeiro durante a sua primeira estada na Corte. O interesse dele, nessa obra, é mostrar que as situações e os hábitos comuns tornam o indivíduo uma vítima fácil da fatalidade, traduzida aqui pelas irrevogáveis “leis naturais”. Assim, a história gira em torno de pessoas que são dominadas pelas forças irracionais de seus instintos.
O cortiço foi o último romance naturalista escrito por Aluísio Azevedo e também o mais bem acabado. Seu objetivo principal é demonstrar a tese de que o ser humano é fruto do meio em que vive, o indivíduo é, assim, completamente envolvido pelo meio, que de certa forma o devora.
Algumas vezes a história literária dá exemplos de autores que se imortalizam pela publicação de uma obra em especial. Esse é o caso de Raul Pompeia e do romance O Ateneu (1888), consagrado pela crítica como uma das obras mais inteligentes da literatura brasileira.
Embora a narração em primeira pessoa comprometa a objetividade pretendida pelos naturalistas, o autor preserva a tese central de que o meio influencia o comportamento das pessoas.
As memórias de Sérgio, em O Ateneu, podem ser vistas como um contraponto literário a outras celebres memórias: as de Brás Cubas. Nos dois casos, critica-se a classe dominante, mas Raul Pompeia opta por fazê-lo de modo mais duro e ressentido, revelando um olhar marcado pelas doutrinas que influenciam o Naturalismo. Por isso, Sérgio conclui: “Não é o internato que faz a sociedade, o internato a reflete. A corrupção que ali viceja vai de fora”. Mais uma vez, reforça-se a tese de que o individuo é fruto do meio em que vive.
Isto é essencial!
è Como estética literária, o Realismo procura analisar a nova organização socioeconômica, detectando suas causas e denunciando suas conseqüências;
è É determinista a visão que apresenta o ser humano como produto do meio em que se encontra, da herança (cultural, social, biológica) recebida e das condições históricas características do momento em que vive;
è Os romances naturalistas são, com frequência, caracterizados como literatura de tese, porque desenvolvem uma estrutura pensada para provar ao leitor a visão determinista da sociedade. O aviltamento e a perda da dignidade dos indivíduos que vivem em um meio degradante é a grande tese exposta nesses romances.
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Nada melhor do que uma boa música para começar...
It's A Long Way To The Top (If You Wanna Rock 'n' Roll)
AC/DC
Composição : Angus Young / Bon ScottRidin' down the highway
Goin' to a show
Stop in all the byways
Playin' rock 'n' roll
Goin' to a show
Stop in all the byways
Playin' rock 'n' roll
Gettin' robbed
Gettin' stoned
Gettin' beat up
Broken boned
Gettin' had
Gettin' took
I tell you folks
It's harder than it looks
Gettin' stoned
Gettin' beat up
Broken boned
Gettin' had
Gettin' took
I tell you folks
It's harder than it looks
It's a long way to the top
if you wanna rock 'n' roll
It's a long way to the top
if you wanna rock 'n' roll
if you wanna rock 'n' roll
It's a long way to the top
if you wanna rock 'n' roll
If you think it's easy doin' one night stands
Try playin' in a rock roll band
It's a long way to the top if you wanna rock 'n' roll
Try playin' in a rock roll band
It's a long way to the top if you wanna rock 'n' roll
Hotel motel
Make you wanna cry
Lady do the hard sell
Know the reason why
Make you wanna cry
Lady do the hard sell
Know the reason why
Gettin' old
Gettin' grey
Gettin' ripped off
Under-paid
Gettin' sold
Second hand
That's how it goes
Playin' in a band
Gettin' grey
Gettin' ripped off
Under-paid
Gettin' sold
Second hand
That's how it goes
Playin' in a band
It's a long way to the top
if you wanna rock 'n' roll
It's a long way to the top
if you wanna rock 'n' roll
if you wanna rock 'n' roll
It's a long way to the top
if you wanna rock 'n' roll
If you wanna be a star of stage and screen
Look out it's rough and mean
Look out it's rough and mean
It's a long way to the top
if you wanna rock 'n' roll
It's a long way to the top
if you wanna rock 'n' roll
It's a long way to the top
if you wanna rock 'n' roll
It's a long way to the top
if you wanna rock 'n' roll
if you wanna rock 'n' roll
It's a long way to the top
if you wanna rock 'n' roll
It's a long way to the top
if you wanna rock 'n' roll
It's a long way to the top
if you wanna rock 'n' roll
Well it's a long way
It's a long way, you should've told me
It's a long way, such a long way
It's a long way, you should've told me
It's a long way, such a long way
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