O continente asiático – mod 13, cap 1
Na Ásia, as diferenças de estilo de vida são tão extremas quanto as existentes na paisagem natural. Durante as três ultimas décadas, a economia da Ásia tem se destacado como o motor que impulsiona a prosperidade mundial a partir das altas taxas de crescimento da China, Índia e dos chamados Tigres Asiáticos (Coreia do Sul, Taiwan, Cingapura e Hong Kong)
Do ponto de vista geográfico, considera-se atualmente que a Ásia faz parte da Eurásia, uma enorme massa territorial que inclui a Europa, sua divisão em unidades menores, por sua vez portadoras de maior unidade interna: o Oriente Médio, a Ásia central, o subcontinente indiano, o extremo Oriente e o sudeste asiático. Parte do território da Federação Russa está na Ásia.
A Ásia caracteriza-se pela intensa presença de cadeias montanhosas espalhadas por todo o território. O maciço da Arábia é delimitado pela cordilheira do Hijaz, com uma altitude média de 2.135 metros. No sul, situa-se as montanhas de Omã, no norte, a planície do Iraque, que inclui a fértil região da Mesopotâmia. Na península Arábica, apresenta três grandes desertos: o Rub Al-Khali, o maior do mundo, o Nafud, equivalente a um quinto do Rub Al-Khali, e o de areias vermelhas chamado Dahna. Grande parte da Turquia apresenta o planalto da Anatólia, já no território iraniano, ergue-se a cordilheira de Zagros, a maior cadeia montanhosa do Oriente Médio, com altitudes entre 3 mil e 4.3 mil metros. No Irã, Afeganistão e no Paquistão, destaca-se a Hindu Kush – famosas cavernas que abrigaram os terroristas liderados por Osama Bin Laden.
Há também o destaque do Himalaia, a cordilheira mais elevada do mundo, com seus 15 picos de mais de 7 mil metros, entre os quais o Everest, com 8.844 metros.
O território chinês é dividido em norte e sul pelas cadeias montanhosas de Kunlun e Chin Ling.
Quase todas as ilhas asiáticas são de origens vulcânicas, constituindo o chamado arco de fogo do Pacífico (região de intensa atividade sísmica).
Na parte asiática da Federação Russa, destacam-se as planícies da Sibéria, perto dos montes Urais (marco de divisão entre Europa e Ásia).
Grande parte dos rios asiáticos nasce no Himalaia. Destacam-se:
· Na China: Yangtse e Huang-ho;
· No subcontinente indiano: Bramaputra e o Ganges, que se juntam em sua parte final, e o Indo e o Narmada;
· Na Indochina: o rio Mekon;
· No Oriente Médio: os rios Tigre e Eufrates, formam o maior sistema fluvial, conta com outros três que desempenham grande papel político e econômico na região, o Jordão, o Litani e o Orontes;
· Federação Russa (parte asiática): Ob, Ienissei e Lena.
As políticas de planejamento familiar resultaram numa mudança radical nas tendências de crescimento populacional na Ásia. Entre 1950 e 2000, a taxa de fertilidade caiu, enquanto a expectativa de vida subiu. Na segunda metade do século XX, a parcela de asiáticos que viviam em cidades aumentou cinco vezes, formando as megacidades. A rápida urbanização do continente se deve a continua migração de famílias de trabalhadores do campo, conseqüência direta da mecanização da agricultura, que acarreta desemprego da mão-de-obra rural, e da expansão da oferta de trabalho na indústria e nos serviços, segmentos da economia concentrados em cidades.
Oriente Médio – mod 13, cap 2
O Oriente Médio é uma região do continente asiático que compreende o Irã, a Turquia, a ilha de Chipre, os países do chamado Crescente Fértil (Síria, Líbano, Israel, Jordânia e Iraque) e os da península Arábia (Arábia Saudita, Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Catar, Barein, Omã e Iêmen).
A maior parte de suas terras foi governada por muito tempo pelo Império Otomano (ou Turco).
O Islamismo é a religião predominante, com exceção de Israel, de maioria judaica, e do Líbano, país em que os cristãos constituem grande parte da população.
O Árabe é o idioma mais falado no Oriente Médio.
Depois da Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos se tornaram a potência predominante na região. O Oriente Médio atual caracteriza-se pela instabilidade política, pela fragilidade das instituições estatais e pelo predomínio de governos autoritários. No plano social, registra-se grande desigualdade na distribuição da riqueza, com enorme distância entre a renda das camadas mais ricas e a das mais pobres.
A importância geopolítica do Oriente Médio é enorme, em parte devido à sua localização como rota de passagem entre a Europa e o subcontinente indiano até a porção oriental da Ásia, mas, sobretudo porque em seu subsolo existem gigantescas reservas petrolíferas, 68% das reservas mundiais de petróleo estão situadas nessa região.
O calor e a aridez são os traços mais marcantes no clima do Oriente Médio. Mais de 60% do território do Oriente Médio é constituído por desertos, em que predomina o clima árido; outros 20%, aproximadamente, apresentam um clima semiárido, correspondente às estepes. Nos 20% restantes, o clima é mediterrâneo: quente e seco no verão, temperado e úmido no inverno.
O país mais populoso do Oriente Médio é a Turquia (75 milhões), seguido do Irã (71 milhões) e pelo Iraque (30 milhões).
A Faixa de Gaza, limitada por Israel e pela península do Sinai (Egito), apresenta uma concentração populacional especialmente elevada, de cerca de 3.600 pessoas por km². Isso se deve ao fluxo de refugiados palestinos para aquele território depois da criação do Estado de Israel.
Desde a década de 1970, as taxas de crescimento populacional da maioria dos países da região sofreram uma redução, como efeito de mudanças culturais favoráveis a famílias com menor número de membros e também devido à implementação de políticas governamentais de planejamento familiar.
A migração de trabalhadores dentro da região tem conseqüências de ordem econômica e social. A economia de diversos países está vinculada ao preço do petróleo, em face das remessas de dinheiro feitas pelos imigrantes que trabalham nos países produtores, Quando o preço sobe, os países produtores oferecem empregos, quando cai, os trabalhadores são demitidos e voltam para os seus países.
O Oriente Médio é o berço das três grandes religiões monoteístas: o judaísmo, o cristianismo e o islamismo. Em todas os fieis adotam o mesmo deus, chamado de Javé pelos judeus e de Alá pelos muçulmanos. O cristianismo e o judaísmo surgiram nas colinas entre o mar Mediterrâneo e o rio Jordão, enquanto o islamismo se originou em Meca. Os muçulmanos (islamitas) dividem-se em sunitas e xiitas.
65% do petróleo mundial são extraídos no golfo Pérsico, especialmente em seis países: Arábia Saudita, Irã, Iraque, Kuwait, Barein, Catar e Emirados Árabes Unidos. Nos países exportadores da região – chamados de petroestados – vigora uma economia rentista, modelo em que o Estado se sustenta totalmente com a renda recebida do exterior, ao contrário do que ocorre na maioria dos países, em que a maquina estatal depende da cobrança de impostos sobre bens e serviços.
O subcontinente indiano – mod 13, cap 3
Também chamado de “sul da Ásia”, é composto por sete países: Paquistão, Índia, Nepal, Butão, Bangladesh, Sri Lanka e Maldivas. Do ponto de vista socioeconômico, esses países têm em comum os altos índices de pobreza e o predomínio das atividades agrícolas.
Com a Revolução Industrial, ocorrida em meados do século XVIII, a Índia tornou-se alvo de cobiça crescente dos capitalistas britânicos, que viam o país como um mercado para os seus produtos têxteis e, ao mesmo tempo, um fornecedor de matérias-primas, em especial o algodão.
O hinduísmo, a mais antiga entre as grandes religiões do mundo, é praticada por 74% dos indianos – seguido do islamismo (12%) e do cristianismo (6%) –, e se distingue pela ausência de uma doutrina unificada. Compõe-se de uma miríade de crenças articuladas ao redor de mais de 300 divindades, e seus cultos, rituais e códigos de conduta são tão variados que muitos estudiosos hesitam em classificá-los como uma religião no sentindo tradicional do termo. As diferenças à parte são possíveis identificar um conjunto de pontos comuns: os Vedas como a fonte ultima da verdade; a crença na reencarnação e na transmigração das almas; a valorização do ascetismo, do vegetarianismo, da ioga, dos gurus e do conceito de carma.
Não deu pra terminar, porque já ta “tarde” e eu tenho que estudar, e muita coisa pra fazer, então vejam abaixo as dicas pra facilitar as coisas!
XD = Importante (como diz o Figurinha: Danger!)
Dicas XD :
è não precisa perder tempo decorando os rios, a vegetação (leia no modulo, pag9) e os relevos (leia no modulo, pag8) mais tenha uma noção se cair na prova você ira saber responder;
è não se esqueçam de ler o modulo, principalmente a parte sobre a Caxemira (achei ruim de resumi e não fiz! shuasuahsa);
è leiam sobre as religiões predominantes, na pagina 23, 24 e 25;
è leiam as paginas 43, 44, 45 e 46;
è leiam os conflitos da pagina 27 à 34 e da 46, 47 e 48;
è não se importem muito com Nepal, Butão e Sri Lanka, em outras palavras, só leiam uma vez, acho difícil cair, (as Maldivas deve cair porque ele passou o vídeo e explico em sala, pag50);
è respondam os exercícios.
Bom, ta uma meda o resumo, num tive muito tempo, mais ta aqui, o próximo vou tentar fazer melhor! =]
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