Não vou fazer o resumo de química, porque não sei como resumi, o assunto já tá pequeno e ainda é muito fácil.
Biologia eu não vou resumir porque perdi o dia resumindo o modulo errado (o 22 e era o 21), mais o Mateus talvez faça amanha e mim envie, se ele fizer eu posto!
XD
Utilizem como quiser, só num vale esculhambar...
...pensando em vc, resolvi fazer esse blog para ajuda-los nos estudos, com alguns resumos, exercícios e sites indicados...
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Prova Mensal de História - 2º Bimestre (2011)
O mundo a caminho da Segunda Guerra Mundial – Mod 13
A ratificação do Tratado de Versalhes, realizada em Locarno, manteve o território alemão dividido pelo Corredor Polonês, sem colônias, indenização vultosa. A Itália, embora vencedora, não ficou satisfeita com a nova configuração de seus territórios e com a perda de suas colônias.
A Liga das Nações buscava manter o precário equilíbrio das relações internacionais nos anos 1920, apesar dos descontentamentos dos perdedores. A Liga foi criada para medir diferentes interesses e assegurar uma paz duradoura depois da terrível experiência de guerra.
A crise de 29 contribuiu para aumentar as tensões e os ressentimentos herdados da Primeira Guerra. Deflagradas nos Estados Unidos, a crise e a depressão que se seguiu atingiram os países do Ocidente, estreitamente ligados pelas relações econômicas capitalistas e pela política internacional. As pressões político-econômicas levaram ao poder regimes autoritários e totalitários.
O desemprego acentuou as incertezas e manifestou-se no aumento da criminalidade e na formação de guetos geográficos, culturais e raciais. Greves, protestos e manifestações de rua ameaçavam a manutenção dos governos na Alemanha e em outros países. Foi nesse contexto que o Partido Nazista ocupou cadeiras no Parlamento e o presidente Paul von Hindenburg nomeou Adolf Hitler chanceler.
O governo de Hitler afirmava que os problemas alemães eram conseqüência do Tratado de Versalhes e de uma conspiração internacional de financistas judeus.
Para minimizar o problema do desemprego, Hitler iniciou a construção de grandes obras publicas e incentivou a instalação de fábricas de armas, equipamentos militares e bens duráveis. Antes de tudo era necessário recuperar regiões antes pertencentes à Alemanha, ricas em matérias-primas valiosas para o pleno desenvolvimento industrial do Terceiro Reich, o terceiro império alemão (o primeiro fora o Sacro Império Romano-Germânico, na Idade Média; e o segundo, o Império de 1870). Hitler cobiçava o petróleo da Romênia e do Cáucaso, o carvão e o ferro da Sibéria e o trigo da Ucrânia.
O país deveria prepara-se para promover uma política expansionista e militarista que recuperasse o que fora perdido na Primeira Guerra. Hitler estabeleceu então o serviço militar obrigatório em 1935, iniciou o rearmamento e fortaleceu a marinha e o exército.
Depois da Primeira Guerra, os japoneses mantiveram uma posição comercial importante no Pacífico. No entanto, o fechamento de muitos mercados como consequência da crise de 1929 fez com que as teses imperialistas dos militares vencessem, e, em 1931, buscando ampliar sua zona de influencia, o Japão ocupou a Manchúria setentrional, na China. A expansão Japonesa baseava-se na busca de autossuficiência econômica, segurança militar e liderança na Ásia oriental.
Em 1935, Adolf Hitler declarava que as dividas de guerra já haviam sido pagas. Em 1936, sem disparar um só tiro, Hitler retomou a Renânia, região que fora desmilitarizada pelo Tratado de Versalhes e ocupada pelos franceses como pagamento de indenização de guerra.
A “benevolência” da Liga das Nações foi muitas vezes justificada com o argumento de que, desse modo, se evitaria um confronto direto com os nazistas.
O avanço do fascismo fortaleceu-se em novembro de 1936 com a assinatura do Pacto Anti-Komintern entre a Alemanha e o Japão. O acordo pretendia destruir a URSS e combater o comunismo internacional. No ano seguinte Mussolini aderiu ao pacto, selando o compromisso bélico entre os três países chamado eixo Berlim-Roma-Tóquio.
Em 1938, os alemães invadiram e anexaram o território da Áustria, sem nenhuma resistência armada. A anexação, conhecida como Anschluss, teve como justificativa a unidade dos povos germânicos. A Liga das Nações não se manifestou diante do fato.
A anexação da Áustria acirrou o nacionalismo das populações de ascendência germânica que habitavam os Sudetos, na Tchecoslováquia, e reivindicaram o direito à nacionalidade alemã.
O encontro, denominado Conferência de Munique (Grã-Bretanha, França, Alemanha e Itália), levou a uma solução de compromisso. A Alemanha obteve o direito de anexar algumas regiões da Tchecoslováquia e Hitler assinou um documento no qual se comprometia, a partir daquela data, a resolver todas as questões de interesses internacionais mediante consulta.
O desrespeito alemão ao acordo de Munique levou os governos britânico e francês a selar uma aliança com a Polônia pela qual se comprometiam a protegê-la de uma eventual agressão alemã. Tal compromisso incluía a Romênia e a Grécia.
As garantias dadas à Polônia deixaram os soviéticos numa posição delicada. Stalin chegou a acreditar que poderiam significar um primeiro passo para uma invasão anglo-francesa à URSS.
O Pacto Germano-Soviético estabelecia que, se a Grã-Bretanha e a França decretassem guerra à Alemanha após um eventual ataque alemão à Polônia, os soviéticos deveriam manter-se afastados do conflito. Outra cláusula dividia o território polonês em duas zonas de influência, a alemã e a soviética.
Em 1º de setembro de 1939, Hitler divulgou que as operações militares para a invasão da Polônia haviam sido iniciadas. A Grã-Bretanha e a França ainda tentaram enviar uma advertência à Alemanha com o intuito de impedir a agressão. Como não houve resposta, em 3 de setembro as duas potencias declaram guerra ao Terceiro Reich, iniciando a Segunda Guerra Mundial.
A Segunda Guerra Mundial: uma guerra total – Mod 13
Blitzkrieg, ou guerra-relâmpago, tratava-se de ataques rápidos, com tanques blindados, que aniquilavam a defesa adversária e cortavam as linhas de comunicação, e com aviões, que bombardeavam pontos estratégicos durante as batalhas.
O marechal Pétain, herói da Primeira Guerra, assumiu o governo francês e assinou o armistício com os nazistas. Pelo acordo assinado, estabeleceu-se que o norte e a costa atlântica do território francês, o que incluía Paris, ficariam sob domínio alemão, e o restante do território sob direção de Pétain, que organizou um governo autoritário, com características fascistas e que colaborou com a administração da ocupação nazista. Esse governo tinha sede na cidade de Vichy, e por isso ficou conhecido como França de Vichy.
Seguros da vitoria e precisando de petróleo, os alemães invadiram a URSS em junho de 1941. Por essa época, Bulgária, Iugoslávia, Albânia, Grécia, Romênia e Hungria já estavam sob domínio nazista.
Meses depois, em 7 de dezembro, o Japão lançou um ataque aéreo à base militar norte-americana de Pearl Harbor, no Havaí, afundando ou tirando de combate boa parte da frota dos Estados Unidos no Pacífico.
Em 1942, a guerra pendeu a favor dos Aliados: em mar, os norte-americanos impuseram derrotas aos japoneses nas batalhas do mar de Coral e de Midway; em terrra os soviéticos resistiram ao avanço alemão em Stalingrado.
Ainda em 1943, durante a Conferência de Teerã, o líder da URSS Joseph Stalin, o primeiro-ministro britânico Winston Churchill e o presidente norte-americano Roosevelt ajustaram sua estratégia para derrotar a Alemanha. Nesse encontro, confirmou-se o desembarque das tropas Aliadas na Normandia (noroeste da França) para 6 de junho de 1944. A data ficaria conhecida como o Dia D. Enquanto os Aliados libertavam Paris e o norte da França do jugo nazista, o exercito vermelho, no extremo oposto da Europa, libertava a Romênia, a Bulgária e a Iugoslávia.
Em 1945 assistiu-se a uma “corrida” a Berlim. A cidade foi disputada pelo exército soviético, a leste, e pelos exércitos norte-americanos e britânicos, a oeste. O Führer suicidou-se, e a Alemanha, esgotada, rendeu-se em maio desse mesmo ano.
No Oriente, a guerra ainda se estendeu por mais dois meses, diante dessa perspectiva, os Estados Unidos lançaram mão de um novo tipo de arma: a bomba atômica. O primeiro ataque nuclear foi contra a cidade de Hiroshima, em 6 de agosto de 1945. O segundo, três dias depois, tinha como alvo a cidade de Nagasaki. A rendição do Japão foi assinada em 2 de setembro de 1945, e a ocupação do país por tropas aliadas estendeu-se até 1956.
Do ponto de vista estritamente econômico, pode-se dizer que a guerra foi também uma saída para a crise. O esforço da guerra dinamizou a economia, o Estado passou a desempenhar um papel importante como gestor e grande consumidor.
A industria absorveu a força de trabalho das mulheres, e enquanto os cidadãos produtivos do sexo masculino eram engajados nas forças armadas, elas eram contratadas para trabalhar em todos os setores, inclusive na produção de armas.
No fim da guerra, a Europa estava em ruínas. Algumas cidades, como Stalingrado e Kiev, na União Soviética; Berlim, na Alemanha; Londres, na Inglaterra; e Varsóvia, na Polônia, foram completamente destruídas pelos bombardeios.
No entanto, a União Soviética saiu fortalecida do confronto, pois sua participação foi decisiva na vitoria da guerra. A demonstração de sua força militar favoreceu, no pós-guerra, a expansão de sua influencia no leste europeu e, por conseguinte, do socialismo. Já os Estados Unidos se consolidaram na frente do bloco capitalista e assumiram a reconstrução da Europa ocidental, ampliando sua influencia na região.
Ao longo e sobretudo ao final da guerra, os líderes dos diferentes países envolvidos promoveram varias conferencias. Em fevereiro de 1945, realizou-se a Conferencia de Yalta. Nessa cidade da Crimeia, os lideres aliados discutiram a criação da ONU. Também confirmaram algumas decisões da Conferencia de Teerã referente ao estabelecimento das zonas de influencias norte-americana e soviética. Por esse acordo, coube à União Soviética o predomínio sobre a Europa oriental e parte da Alemanha. Além disso, os soviéticos podiam intervir na guerra contra o Japão e participar do projeto de divisão da Coreia em duas áreas de influências.
Em junho de 1945, a Carta das Nações Unidas foi assinada por 50 países (excluindo os integrantes do eixo), em San Francisco.
Na Conferência de Potsdam, em agosto de 1945, estiveram presentes Stalin, o primeiro-ministro britânico Clement Attlee, sucessor de Churchill, e Harry Truman, então presidente dos Estados Unidos. O encontro realizou-se no castelo de Potsdam, nos arredores de Berlim. Os líderes aliados decidiram que o território alemão e a cidade de Berlim seriam divididos em quatro zonas, que ficariam sob administração francesa, britânica, norte-americana e soviética. A Alemanha deveria pagar aos Aliados uma indenização de 20 bilhões de dólares, além de devolver o porto de Dantzig à Polônia.
Proclamações em favor da paz e do entendimento, como as que acompanharam a fundação da ONU, não tinham como superar as divergências ideológicas entre os Estados Unidos e a Grã-Bretanha, de um lado, e a União Soviética, de outro. Formaram-se, desse modo, duas grandes áreas de influencia em escala planetária: a capitalista e a socialista, sob a hegemonia, respectivamente, dos EUA e da URSS.
A propaganda, em suas mais variadas formas, teve uma função significativa: produziu e difundiu imagens dos países envolvidos, aliados e adversários, seus valores e expectativas.
Sobre a Guerra Fria eu posto amanha, sahsauhusa
tou com sono, muita coisa pra copiar e vou dormir...
quarta-feira, 18 de maio de 2011
"NÃO VOU POSTAR NADA PARA ESSAS PROVAS (SÁBADO - 21/05/11)!"
PQ!?
-> não tem nada de física pra resumir, só responder exercícios, é a unica forma de estudar física que conheço;
-> português eu não sei como resumir, principalmente conjugação de verbos, sem contar que vou mal em português XD;
-> e espanhol, bem. eu nem sei o assunto, shuashuashuashua;
-> tenho q estudar se não vou mim ferrar em portugues e espanhol, então não vou ter tempo de postar;
-> o blog NÃO acabou! ainda ta começando, as provas da semana que vem, terão resumos decentes(bons), pq vou ter tempo pra fazer(espero) e os assuntos são melhores pra explicar(tão faceis, shuashuashua).
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Prova Mensal de Geografia - 2º Bimestre (2011)
O continente asiático – mod 13, cap 1
Na Ásia, as diferenças de estilo de vida são tão extremas quanto as existentes na paisagem natural. Durante as três ultimas décadas, a economia da Ásia tem se destacado como o motor que impulsiona a prosperidade mundial a partir das altas taxas de crescimento da China, Índia e dos chamados Tigres Asiáticos (Coreia do Sul, Taiwan, Cingapura e Hong Kong)
Do ponto de vista geográfico, considera-se atualmente que a Ásia faz parte da Eurásia, uma enorme massa territorial que inclui a Europa, sua divisão em unidades menores, por sua vez portadoras de maior unidade interna: o Oriente Médio, a Ásia central, o subcontinente indiano, o extremo Oriente e o sudeste asiático. Parte do território da Federação Russa está na Ásia.
A Ásia caracteriza-se pela intensa presença de cadeias montanhosas espalhadas por todo o território. O maciço da Arábia é delimitado pela cordilheira do Hijaz, com uma altitude média de 2.135 metros. No sul, situa-se as montanhas de Omã, no norte, a planície do Iraque, que inclui a fértil região da Mesopotâmia. Na península Arábica, apresenta três grandes desertos: o Rub Al-Khali, o maior do mundo, o Nafud, equivalente a um quinto do Rub Al-Khali, e o de areias vermelhas chamado Dahna. Grande parte da Turquia apresenta o planalto da Anatólia, já no território iraniano, ergue-se a cordilheira de Zagros, a maior cadeia montanhosa do Oriente Médio, com altitudes entre 3 mil e 4.3 mil metros. No Irã, Afeganistão e no Paquistão, destaca-se a Hindu Kush – famosas cavernas que abrigaram os terroristas liderados por Osama Bin Laden.
Há também o destaque do Himalaia, a cordilheira mais elevada do mundo, com seus 15 picos de mais de 7 mil metros, entre os quais o Everest, com 8.844 metros.
O território chinês é dividido em norte e sul pelas cadeias montanhosas de Kunlun e Chin Ling.
Quase todas as ilhas asiáticas são de origens vulcânicas, constituindo o chamado arco de fogo do Pacífico (região de intensa atividade sísmica).
Na parte asiática da Federação Russa, destacam-se as planícies da Sibéria, perto dos montes Urais (marco de divisão entre Europa e Ásia).
Grande parte dos rios asiáticos nasce no Himalaia. Destacam-se:
· Na China: Yangtse e Huang-ho;
· No subcontinente indiano: Bramaputra e o Ganges, que se juntam em sua parte final, e o Indo e o Narmada;
· Na Indochina: o rio Mekon;
· No Oriente Médio: os rios Tigre e Eufrates, formam o maior sistema fluvial, conta com outros três que desempenham grande papel político e econômico na região, o Jordão, o Litani e o Orontes;
· Federação Russa (parte asiática): Ob, Ienissei e Lena.
As políticas de planejamento familiar resultaram numa mudança radical nas tendências de crescimento populacional na Ásia. Entre 1950 e 2000, a taxa de fertilidade caiu, enquanto a expectativa de vida subiu. Na segunda metade do século XX, a parcela de asiáticos que viviam em cidades aumentou cinco vezes, formando as megacidades. A rápida urbanização do continente se deve a continua migração de famílias de trabalhadores do campo, conseqüência direta da mecanização da agricultura, que acarreta desemprego da mão-de-obra rural, e da expansão da oferta de trabalho na indústria e nos serviços, segmentos da economia concentrados em cidades.
Oriente Médio – mod 13, cap 2
O Oriente Médio é uma região do continente asiático que compreende o Irã, a Turquia, a ilha de Chipre, os países do chamado Crescente Fértil (Síria, Líbano, Israel, Jordânia e Iraque) e os da península Arábia (Arábia Saudita, Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Catar, Barein, Omã e Iêmen).
A maior parte de suas terras foi governada por muito tempo pelo Império Otomano (ou Turco).
O Islamismo é a religião predominante, com exceção de Israel, de maioria judaica, e do Líbano, país em que os cristãos constituem grande parte da população.
O Árabe é o idioma mais falado no Oriente Médio.
Depois da Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos se tornaram a potência predominante na região. O Oriente Médio atual caracteriza-se pela instabilidade política, pela fragilidade das instituições estatais e pelo predomínio de governos autoritários. No plano social, registra-se grande desigualdade na distribuição da riqueza, com enorme distância entre a renda das camadas mais ricas e a das mais pobres.
A importância geopolítica do Oriente Médio é enorme, em parte devido à sua localização como rota de passagem entre a Europa e o subcontinente indiano até a porção oriental da Ásia, mas, sobretudo porque em seu subsolo existem gigantescas reservas petrolíferas, 68% das reservas mundiais de petróleo estão situadas nessa região.
O calor e a aridez são os traços mais marcantes no clima do Oriente Médio. Mais de 60% do território do Oriente Médio é constituído por desertos, em que predomina o clima árido; outros 20%, aproximadamente, apresentam um clima semiárido, correspondente às estepes. Nos 20% restantes, o clima é mediterrâneo: quente e seco no verão, temperado e úmido no inverno.
O país mais populoso do Oriente Médio é a Turquia (75 milhões), seguido do Irã (71 milhões) e pelo Iraque (30 milhões).
A Faixa de Gaza, limitada por Israel e pela península do Sinai (Egito), apresenta uma concentração populacional especialmente elevada, de cerca de 3.600 pessoas por km². Isso se deve ao fluxo de refugiados palestinos para aquele território depois da criação do Estado de Israel.
Desde a década de 1970, as taxas de crescimento populacional da maioria dos países da região sofreram uma redução, como efeito de mudanças culturais favoráveis a famílias com menor número de membros e também devido à implementação de políticas governamentais de planejamento familiar.
A migração de trabalhadores dentro da região tem conseqüências de ordem econômica e social. A economia de diversos países está vinculada ao preço do petróleo, em face das remessas de dinheiro feitas pelos imigrantes que trabalham nos países produtores, Quando o preço sobe, os países produtores oferecem empregos, quando cai, os trabalhadores são demitidos e voltam para os seus países.
O Oriente Médio é o berço das três grandes religiões monoteístas: o judaísmo, o cristianismo e o islamismo. Em todas os fieis adotam o mesmo deus, chamado de Javé pelos judeus e de Alá pelos muçulmanos. O cristianismo e o judaísmo surgiram nas colinas entre o mar Mediterrâneo e o rio Jordão, enquanto o islamismo se originou em Meca. Os muçulmanos (islamitas) dividem-se em sunitas e xiitas.
65% do petróleo mundial são extraídos no golfo Pérsico, especialmente em seis países: Arábia Saudita, Irã, Iraque, Kuwait, Barein, Catar e Emirados Árabes Unidos. Nos países exportadores da região – chamados de petroestados – vigora uma economia rentista, modelo em que o Estado se sustenta totalmente com a renda recebida do exterior, ao contrário do que ocorre na maioria dos países, em que a maquina estatal depende da cobrança de impostos sobre bens e serviços.
O subcontinente indiano – mod 13, cap 3
Também chamado de “sul da Ásia”, é composto por sete países: Paquistão, Índia, Nepal, Butão, Bangladesh, Sri Lanka e Maldivas. Do ponto de vista socioeconômico, esses países têm em comum os altos índices de pobreza e o predomínio das atividades agrícolas.
Com a Revolução Industrial, ocorrida em meados do século XVIII, a Índia tornou-se alvo de cobiça crescente dos capitalistas britânicos, que viam o país como um mercado para os seus produtos têxteis e, ao mesmo tempo, um fornecedor de matérias-primas, em especial o algodão.
O hinduísmo, a mais antiga entre as grandes religiões do mundo, é praticada por 74% dos indianos – seguido do islamismo (12%) e do cristianismo (6%) –, e se distingue pela ausência de uma doutrina unificada. Compõe-se de uma miríade de crenças articuladas ao redor de mais de 300 divindades, e seus cultos, rituais e códigos de conduta são tão variados que muitos estudiosos hesitam em classificá-los como uma religião no sentindo tradicional do termo. As diferenças à parte são possíveis identificar um conjunto de pontos comuns: os Vedas como a fonte ultima da verdade; a crença na reencarnação e na transmigração das almas; a valorização do ascetismo, do vegetarianismo, da ioga, dos gurus e do conceito de carma.
Não deu pra terminar, porque já ta “tarde” e eu tenho que estudar, e muita coisa pra fazer, então vejam abaixo as dicas pra facilitar as coisas!
XD = Importante (como diz o Figurinha: Danger!)
Dicas XD :
è não precisa perder tempo decorando os rios, a vegetação (leia no modulo, pag9) e os relevos (leia no modulo, pag8) mais tenha uma noção se cair na prova você ira saber responder;
è não se esqueçam de ler o modulo, principalmente a parte sobre a Caxemira (achei ruim de resumi e não fiz! shuasuahsa);
è leiam sobre as religiões predominantes, na pagina 23, 24 e 25;
è leiam as paginas 43, 44, 45 e 46;
è leiam os conflitos da pagina 27 à 34 e da 46, 47 e 48;
è não se importem muito com Nepal, Butão e Sri Lanka, em outras palavras, só leiam uma vez, acho difícil cair, (as Maldivas deve cair porque ele passou o vídeo e explico em sala, pag50);
è respondam os exercícios.
Bom, ta uma meda o resumo, num tive muito tempo, mais ta aqui, o próximo vou tentar fazer melhor! =]
sábado, 14 de maio de 2011
Prova Mensal de Literatura - 2º Bimestre (2011)
Realismo – Mod 12
Do mesmo modo que a Revolução Francesa influenciou o surgimento da mentalidade romântica, a Revolução Industrial está diretamente associada ao nascimento da estética realista. Em lugar de tratar dos dramas individuais, o olhar realista focalizará a sociedade e os comportamentos coletivos.
Madame Bovary, de Gustave Flaubert, foi a primeira narrativa realista a surgir na Europa. A literatura realista visava produzir, por meio da arte, uma representação da realidade que permitisse condenar o que há de mau na sociedade. O desejo de pintar a anatomia do caráter humano se explica pela necessidade de compreender a origem de praticas e comportamentos sociais negativos.
Para fazer essa análise, os escritores realistas adotarão a razão e a objetividade como lentes através das quais observam o mundo.
No Brasil, Machado de Assis também espantou o publico após a publicação de seu romance mais ousado, Memórias póstumas de Brás Cubas. Para enfrentar esse problema, Machado de Assis estabelece desde o inicio de suas obras um dialogo constante com o leito, que ganha características definidas: ora cínico, ora sensível, reage às situações vividas pelas personagens, fica indignado com o narrador. Por trás desse jogo de cena há um objetivo: conquistar a simpatia dos leitores ao provocar, entre eles e as personagens e os narradores dos romances que escrevia, uma espécie de identidade.
O artista procura analisar a realidade que o cerca tendo a razão como seu instrumento principal. O subjetivismo é substituído por um olhar mais objetivo: o texto literário passa a oferecer descrições e informações factuais, para que o leitor possa formar uma impressão geral da dinâmica social representada em cada obra. O olhar do leitor é dirigido pelo narrador realista, sem que isso seja feito de modo declarado ou explicito, como acontecia nos romances românticos. Ao fim de um processo como esse, o leito pode se convencer de que formou, sozinho, uma imagem sobre as personagens, mas na verdade chegou às conclusões previstas pelo narrador.
Machado de Assis – Mod 13
Machado de Assis desenvolve um novo olhar para a sociedade do Segundo Império, esboçando de modo revelador e impiedoso seu retrato mais fiel.
Memórias póstumas de Brás Cubas, essa obra profetiza a construção de um Realismo diferente daquele que surgiu com Flaubert (1821-1880) e chegou ao Brasil com os romances de Eça de Queirós (1845-1900). A crítica social realizada pro Machado de Assis é inovadora, porque seus romances representam o publico burguês de modo tão realista que acabam por provocar, entre os leitores, muito mais identificação que constrangimento.
A carreira de Machado de Assis como escritor costuma ser dividida em duas partes:
A primeira mostra um autor cuja genialidade já começa a aparecer. Fazem parte dessa fase Ressurreição (1872), A mão e a luva (1874), Helena (1876) e Iaiá Garcia (1878). Essas obras apesar de marcadas por traços claramente românticos, traduzem a preocupação do escritor com a questão da ascensão social.
A segunda fase machadiana é composta por Memórias póstumas de Brás Cubas (1881), Quincas Borba (1891), Dom Casmurro (1899), Esaú e Jacó (1904) e Memorial de Aires (1908). Esses romances concentram-se na falsidade da vida depois do casamento, marcado pela traição. Uma importante característica de suas prosas realistas é manter a atenção do leitor, e não convencê-lo a se comportar dessa ou daquela maneira, como queriam os românticos.
Os principais contos de Machado são: Papéis avulsos (1882), Historias sem data (1884), Varias historias (1896) e Relíquias da casa velha (1906).
Naturalismo – Mod 13
O Naturalismo surge como um desdobramento da estética realista, voltado para a valorização da ciência como instrumento para analise e compreensão da sociedade.
A publicação em 1859 do livro A origem das espécies, do biólogo inglês Charles Darwin (1809-1882), causou espanto e revolta dos setores mais conservadores da sociedade inglesa.
Dos estudos de Darwin, duas idéias merecem atenção, porque influenciaram a definição de características da estética naturalista:
· A constatação de que o ser humano é um animal como outro qualquer;
· A crença de que a natureza promove um processo seletivo no qual sobrevivem os mais adaptados e os mais fracos são eliminados.
Entre cientistas e filósofos, as idéias de Darwin foram muito bem acolhidas e deram origem ao que se passou a chamar de “darwinismo social”.
Auguste Comte criou a filosofia positivista, que apontava o saber positivo, baseado nas leis cientificas, como superior ao teológico ou ao metafísico, muito valorizado em momentos históricos anteriores.
Hippolyte Taine era um crítico literário e, em seus trabalhos sobre a literatura inglesa, utilizou pela primeira vez o termo determinismo para explicar quais fatores deveriam ser considerados na apreciação das obras literárias de um povo. Segundo ele, o individuo era socialmente condicionado por três fatores:
· A raça da qual ele fazia parte e que lhe garantia uma determinada herança;
· O meio no qual se encontrava;
· O momento em que vivia.
Émile Zola chega a definir o Naturalismo como uma aplicação, na literatura, do método de observação e de experimentação, criando, assim, o que chama de romance experimental. Seu objetivo é claro: pretende exaltar a “evolução naturalista que empolga nosso século [o XIX], impulsiona aos poucos todas as manifestações da inteligência humana num mesmo caminho científico”
Os naturalistas deixam de lado a análise psicológica que marcou a literatura realista. Dedicam-se à análise dos fenômenos coletivos, que caracterizam melhor a tese determinista por eles defendida.
Nas obras naturalistas, vemos trabalhadores das minas de carvão, das pedreiras brasileiras, marinheiros, todos convocados a demonstrar uma mesma idéia: o ser humano é fruto do meio em que vive e das pressões que sofre.
Para evitar a difícil decisão entre produzir obras para vender – e, portanto, de acordo com as expectativas dos leitores – ou fazer uma opção radical e adotar a forma literária que mais lhes agradasse, Aluísio Azevedo tenta conciliar as duas opções e, aos poucos, “educar” o gosto do público, que está acostumado com à delicadeza romântica que jamais abria as portas dos quartos para mostrar a intimidade dos amantes, fica chocado com a sexualidade explícita dos textos naturalistas.
Além de descrever a intimidade das personagens, o romance naturalista se empenha em revelar de que maneira as pessoas, submetidas a condições sub-humanas de vida e de trabalho, acabam perdendo a própria humanidade e sendo dominadas por seus instintos animais.
O foco narrativo em terceira pessoa e as descrições são recursos que a linguagem do romance naturalista usa para sugerir um olhar racional e objetivo para a realidade.
Naturalistas Brasileiros – Mod 14
O principal foi Aluísio Azevedo, que deu início ao movimento quando publicou, em 1881, o romance O mulato.
Aluísio Azevedo sabia que uma boa propaganda e uma pitada de mistério eram o segredo para despertar a curiosidade do fiel público dos romances românticos. Por isso, pouco antes do lançamento de O mulato, promoveu uma inteligente e inusitada “campanha publicitária” no jornal A Pacotilha.
Em sua obra, destacam-se dois romances: Casa de pensão (1884) e O cortiço (1890). Com eles, Aluísio consagrou-se “o primeiro romancista de massas” da literatura brasileira.
Para escrever Casa de pensão, Aluísio inspirou-se em um fato verídico: a “Questão Capistrano”, crime que sensibilizou o Rio de Janeiro durante a sua primeira estada na Corte. O interesse dele, nessa obra, é mostrar que as situações e os hábitos comuns tornam o indivíduo uma vítima fácil da fatalidade, traduzida aqui pelas irrevogáveis “leis naturais”. Assim, a história gira em torno de pessoas que são dominadas pelas forças irracionais de seus instintos.
O cortiço foi o último romance naturalista escrito por Aluísio Azevedo e também o mais bem acabado. Seu objetivo principal é demonstrar a tese de que o ser humano é fruto do meio em que vive, o indivíduo é, assim, completamente envolvido pelo meio, que de certa forma o devora.
Algumas vezes a história literária dá exemplos de autores que se imortalizam pela publicação de uma obra em especial. Esse é o caso de Raul Pompeia e do romance O Ateneu (1888), consagrado pela crítica como uma das obras mais inteligentes da literatura brasileira.
Embora a narração em primeira pessoa comprometa a objetividade pretendida pelos naturalistas, o autor preserva a tese central de que o meio influencia o comportamento das pessoas.
As memórias de Sérgio, em O Ateneu, podem ser vistas como um contraponto literário a outras celebres memórias: as de Brás Cubas. Nos dois casos, critica-se a classe dominante, mas Raul Pompeia opta por fazê-lo de modo mais duro e ressentido, revelando um olhar marcado pelas doutrinas que influenciam o Naturalismo. Por isso, Sérgio conclui: “Não é o internato que faz a sociedade, o internato a reflete. A corrupção que ali viceja vai de fora”. Mais uma vez, reforça-se a tese de que o individuo é fruto do meio em que vive.
Isto é essencial!
è Como estética literária, o Realismo procura analisar a nova organização socioeconômica, detectando suas causas e denunciando suas conseqüências;
è É determinista a visão que apresenta o ser humano como produto do meio em que se encontra, da herança (cultural, social, biológica) recebida e das condições históricas características do momento em que vive;
è Os romances naturalistas são, com frequência, caracterizados como literatura de tese, porque desenvolvem uma estrutura pensada para provar ao leitor a visão determinista da sociedade. O aviltamento e a perda da dignidade dos indivíduos que vivem em um meio degradante é a grande tese exposta nesses romances.
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